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"MESMO USANDO CAMISINHA, RISCO DE CONTAMINAÇÃO PELO HPV NÃO É ANULADO"


Uma das características desse vírus é a que ele pode ficar instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, entrando em ação em determinadas situações, como na gravidez ou em uma fase de estresse, quando a defesa do corpo fica abalada. Na maior parte das vezes, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. A mulher tanto pode sentir uma leve coceira, dor durante a relação sexual ou notar corrimento. O mais comum é ela não perceber qualquer alteração em seu corpo.

"Na maioria dos casos essa infecção não resulta em câncer, mas está comprovado que até 99% das mulheres que tiveram câncer no colon do útero foram infectadas por esse vírus. No Brasil, cerca de 7.000 mulheres morrem anualmente por esse tipo de tumor".

Em seus estágios iniciais, as lesões causadas pelo HPV, podem ser tratadas com sucesso em cerca de 80% a 95% dos casos, impedindo que a paciente tenha mais complicações no futuro. Portanto, a melhor arma contra o HPV é o diagnóstico o quanto antes. No Sistema Único de Saúde (SUS), as unidades básicas de saúde (UBS's) coletam o exame preventivo Papanicolau regularmente. O procedimento integra o programa de cuidados com a saúde da mulher.

"O uso de CAMISINHA não é totalmente eficaz contra a contaminação. Trata-se de um vírus muito pequeno que pode até mesmo perpassar a camada do PRESERVATIVO. No entanto, o uso pode diminuir o risco consideravelmente".

Cuidados contínuos, como manter uma alimentação equilibrada, realizar os exames rotineiros, praticar atividades físicas ajudam a manter a carga viral baixa. Assim, o HPV não precisa ser necessariamente um problema para o portador e para o parceiro.

Os homens também desenvolvem doenças associadas ao vírus?

Sim. Também nos homens as manifestações clínicas mais comuns são as verrugas genitais, causadas pelos subtipos 6 e 11 do vírus. Mas alguns tipos de HPV, como o 16 e o 18, também causam câncer, como o de pênis e o da região anal.

Como o HPV é transmitido?

A transmissão do HPV se dá por contato direto com a pele infectada, sendo que os HPV genitais são transmitidos nas relações sexuais.

Especialista em câncer está pedindo aos governos para considerar seriamente a vacinação em meninos contra o vírus HPV

Todos os meninos deveriam ser vacinados contra um vírus sexualmente transmissível, para evitar a disparada dos números de câncer da boca e garganta, sugere uma nova pesquisa. Essa informação foi publicada no site do jornal britânico 'The Telegraph'.


"As taxas de câncer oral, que inclui tumores no lábio, na boca, na língua, na gengiva, na laringe e na faringe, entre os jovens no Reino Unido dobraram nas últimas três décadas, alimentadas principalmente pela revolução sexual, afirmaram os cientistas. Fumar e beber costumavam ser as principais causas da doença que agora é causada pelo vírus do papiloma humano (HPV), o mesmo que causa o câncer cervical nas meninas".

Um estudo anterior mostrou que pessoas que fizeram sexo oral com mais de seis parceiros tinham 8,6 vezes mais chance de desenvolver câncer do que aquelas que nunca haviam praticado. Os fumantes tinham apenas três vezes mais chance de ter câncer de garganta e os consumidores de álcool, apenas duas vezes e meia. Agora a situação se tornou tão grave que uma especialista em câncer está pedindo aos governos para considerar seriamente a vacinação em meninos contra o vírus, antes que eles iniciem sua vida sexual. Durante a conferência da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizada em Washington, a líder em pesquisa de HPV Maura Gillison, da Universidade Estadual de Ohio, disse que era hora de considerar a opçãoQuando meus pacientes perguntam se devem vacinar seus filhos, eu respondo, certamente. A vacina vai protegê-los contra as verrugas genitais e o câncer anal, e também do câncer oral causado pelo HPV.

Mais de 5.000 pessoas contraem câncer oral por ano no Reino Unido, representando cerca de 3% de todos os cânceres. A doença causou cerca de 1.822 mortes no Reino Unido em 2008.


FONTE: CLIPPING DE NOTÍCIAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE


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